sábado, 27 de dezembro de 2008

"Martim, o comer está na mesa!"

Soraia será mãe de Martim, Tânia de Duarte, Solange de Sebastião.

Os nobres do passado serão os cantoneiros do futuro. Tem graça isto dos nomes.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Cristiano Ronaldo. Brasileiro?

Genial. Se é o melhor do mundo, é porque é brasileiro!





quinta-feira, 27 de novembro de 2008

The Beautiful Aim

Numa das minhas incursões pela net encontrei um artigo sobre uma experiência inédita. Um tipo inglês de 23 anos com um talento médio para o futebol, de seu nome Arton Baleci, vai submeter-se a um programa de treino super intensivo ao longo de um ano para tentar atingir o nível de um jogador profissional da Premier League.

Em parte, o método é baseado na emulação da técnica e movimentos das estrelas mundiais de futebol. O tal Arton vai pegar no melhor que cada jogador tem para oferecer em diferentes áreas e vai tentar melhorar a sua performance por imitação e prática intensiva dos movimentos. Ele vai por exemplo querer imitar o Beckham a bater livres, o van Nistelrooy a finalizar,o Messi a fintar e o Cristiano Ronaldo a cabecear.

"NLP - neuro-linguistic programming" é a principal arma de que ele se socorre para implementar o seu plano, e segundo as palavras do mesmo é uma técnica que permite conseguir ficar com a mesma capacidade de aprendizagem de um bebé ao ver os vídeos das estrelas que ele visa copiar. Para além disto e de um rigoroso programa de condicionamento físico e de alimentação, será usado o método "Feldenkrais" que reorganiza o cérebro de modo a tornar o movimento do corpo mais eficiente.

Cheira-me que vai ser uma banhada. Se as coisas fossem assim, todos seríamos pelo menos jogadores profissionais se nos esforçássemos. O Cristiano Ronaldo, com o que treina e o talento que tem de base, provavelmente seria um extra-terrestre.

Vejam o site oficial: www.thebeautifulaim.com

domingo, 26 de outubro de 2008

Horário de Inverno

O relógio atrasou uma hora ontem à noite. Confesso que a hora extra me deu jeito para dormir convenientemente depois de uma noite de latada em que até houve moches. O fim da tarde avizinha-se e ver um miserável Chiado Terrace na televisão explora as minhas faculdades ao máximo nesta altura.

Odeio o horário de Inverno. O facto de serem seis da tarde e estar a anoitecer dá cabo de mim. Não dá para dar uma corrida, nem sequer dar um giro tranquilo com luz do dia. Espero pelo jantar às escuras, então. A esta hora, para quem sai do trabalho, quase que só dá para ir para casa quando a perspectiva é uma noite escura como breu. Quanto a mim, mudança de hora reforça o facto dos dias estarem mais curtos e passa a mensagem que isto do Inverno é bom é para ficar a hibernar.

O mais chato é que me parece que há mais argumentos contra do que a favor da mudança de hora. Somos um país latino, fazemos uma vida a horas mais tardias do que outros países do norte da Europa. Acho que há mais gente acordada às seis/sete da tarde do que às seis/sete da manhã. Não me parece que haja assim tantos trabalhadores do campo em Portugal para que se justifique uma coisa destas. Apesar de as nossas comunidades emigrantes serem famosas pelas padarias, duvido que a percentagem de padeiros na população portuguesa seja assim tão grande para que a hora mude por causa disso. E já agora, quem é que janta em Portugal às 6 da tarde?

Mesmo que aleguem que é bom amanhecer mais cedo por questões de segurança, especialmente para as criancinhas que se levantam para ir para a escola, também o é anoitecer mais tarde. Duvido que as sete da manhã sejam a "rush hour" para meliantes neste país.

É hora de as regulações se adaptarem aos hábitos das pessoas em vez do contrário. Quase que me sinto tentado a fazer uma petição para acabar com esta chatice. Fosse eu candidato a Primeiro-Ministro, antes de prometer 150 mil postos de trabalho ou choques fiscais, punha esta proposta na mesa. Mais que votaria em mim!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

L'Embarras du Choix

Pela primeira vez na vida, posso dizer que não faço a mínima ideia do que vou estar a fazer no próximo ano. Não gosto da sensação. A falta de controlo sobre alguns aspectos da vida foi uma coisa com a qual nunca lidei bem e está agora, mais que nunca, presente.

A verdade é que, para uma pessoa de interesses diversos e não focados num campo específico, como é o meu caso, a profusão de opções de carreira causa bastantes dores de cabeça. De maneira bem ridícula, às vezes quase que desejava não haver escolhas a serem feitas, só para evitar a hesitação toda.

A pressão que nestas alturas nos é imposta, mormente por nós mesmos, para fazer a escolha correcta, influencia sempre o estado de espírito em que nos encontramos. O facto das escolhas nunca serem irreversíveis ajuda-me, no meu caso, a manter os pés assentes na terra e a entender que tenho tempo para perceber o que quero fazer no futuro.

Nota: Desculpem-me os leitores, mas, seguindo o lema do blog, este desenxabido desabafo foi o que me apeteceu escrever nesta altura.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

José Carlos Soares


Duas razões para José Carlos Soares,JCS, não ser narrador na Benfica TV:
- "Fumaça de perigo!" é uma expressão lamentável...
- Celebrizou-se profissionalmente num programa chamado "Bombástico"


Futebol não é guerra. JCS não tem categoria, isenção, currículo para desempenhar tão importante tarefa.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Bail-outs

Estamos a assistir a um episódio histórico nas finanças mundiais: na sequência da crise do subprime todo o sistema financeiro foi posto em cheque e incorre-se no risco de falências em massa no sector. Depois da intervenção nos fundos hipotecários Fannie Mae e Freddie Mac, de ter deixado a Lehman Brothers ir "ao fundo", o governo americano interveio ajudando maior seguradora do mundo (AIG). As justificações dadas para as intervenções foram, para além de se tratar de travar uma derrocada financeira mundial (efeito dominó), que a manutenção das expectativas e da segurança económica das pessoas era de capital importância.

Embora haja mérito nestas justificações para intervir, tenho algumas reservas que sei que passaram também pela cabeça dos analistas. A mensagem que é dada é a errada: no fundo, com estes bail-outs, está-se a passar a ideia de que, independentemente das "borradas" que são feitas por gestores de fundos, o Estado estará quase sempre pronto a amparar as quedas. O facto das incompetências e negócios mais obscuros não serem punidos devidamente neste caso, nem que seja pelo mercado, não augura nada de bom quanto aos incentivos dados aos comportamentos futuros.

Porque é que terão de ser os erros de ditos "burros-de-luxo", principescamente bem pagos, ser, em última instância, cobertos por contribuintes vulgares?

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Universidade de Verão

O PSD organizou pela 6ª edição a chamada Universidade de Verão. Pelos vistos debate-se e assiste-se a conferências. Os alunos são alvo de frequentes avaliações, não só mostram os seus dotes de oratória, como também é avaliada a sua destreza escrita em privado.

Faz-me impressão esta Universidade de Políticos. Enriquece-se bestialmente a conversa de café, sem dúvida. Por outro lado penso que é uma oportunidade para se intricar conhecimentos pessoais. Estes serão certamente benéficos para futuros favores. Soa-me a Universidade dos Tachos.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Quaresma

Quaresma ao assinar pelo Inter: “Nunca escondi que gostava de voltar a jogar num grande clube.”

Para além de ver o FCP enfraquecido pela saída deste extraordinário jogador, agradeço-te Quaresma pela gargalhada que me proporcionaste!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Regresso

O blog veio de férias. Que se escrevam novas linhas, "naturais" postagens! Ao nosso ritmo, quando apetecer.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Fora do Mundial, de volta à Vida Real




Acaba a euforia generalizada e o estado de graça da selecção. Culpa-se este e aquele; a desilusão é geral. Podia ter sido mas não foi. Mais por nosso demérito que outra coisa qualquer.

Cada português volta para a dureza do dia-a-dia: "- Nem nisto somos bons!", é o que se diz...

Não voltamos a ver bandeiras nas ruas por dois anos.

terça-feira, 17 de junho de 2008

EURO 2008


O EURO entretém, enche páginas de jornal e telenoticiários. Os portugueses, na sua grande maioria, exaltam com os feitos da nossa selecção.
No entanto distancia os órgãos de comunicação social das verdadeiras notícias, da verdadeira informação!

O que come o Edcarlos ao pequeno-almoço? Nestum ou chocapic?
E o Ronaldinho, Riquelme vêm ou não para o Benfica?

Depois dizem que o povo é ignorante…

Individualismo/Colectivismo

Veio-me parar às mãos o livro “The geography of thought: How asians and Westerners think differently … and why” . Rápida leitura, na diagonal. Chamou-me à atenção o seguinte:

“When shown an underwater scene, Asians often describe the environment and the relationships among the fish. Americans attend more to a single big fish.”

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Self-made-man

Nos dias que correm existe o culto do self-made-man, aquele homem que vale por si mesmo, que sobe por mérito próprio na vida. Não nos faltam exemplos de pessoas que, por sua vontade, esforço e dedicação, conseguem "escapar" à realidade bem mais comezinha que a vida lhes tinha reservado à partida, ocupando posições de destaque várias.

De facto, e por muito que nos tentem convencer do contrário, o subir na vida é um objectivo presente na cabeça da grande maioria das pessoas. O prémio pela ascensão social, quer seja ele dinheiro ou simplesmente poder e influência, é apetecível aos olhos de qualquer um. O ser humano, salvo muito raras excepções, gosta que lhe massagem o ego, sendo que ao se ser importante, por qualquer razão que seja, isso é o que a sociedade lhe dá.

Visto o ambiente competitivo que existe em geral hoje, sou levado a pensar que, por vezes, mais até que o mais apto a subir, no perfil do self-made-man pode encaixar o mais disposto a subir. Passo a explicar: aquele que sobe poderá ser antes o que menos escrúpulos terá ao passar por cima dos outros para chegar aos seus objectivos. Os outros, possíveis adversários, serão sempre vistos como um obstáculo no seu caminho e nada mais.

Não tenho nada contra o facto de se subir na vida, só vejo problema com a parte do "a qualquer custo". O self-made-man, inserido no contexto da realidade que temos, não me parece ser, de todo, um modelo de virtudes. Muitas vezes, mais que a emulação dos exemplos vivos que existem, seria desejável um juízo crítico consciente.

domingo, 8 de junho de 2008

Sobre os americanos em Antuérpia


Pensava que os latinos eram os mais barulhentos. Não são. Os americanos têm 1megafone incrustado nas cordas vocais.
Na sua grande maioria sofrem de deficit de atenção. Cantam, gritam, fazem o pino para que se olhe para eles!
Muito exclamam! “That’s amazing!!” ou “Awesome!!”são expressões que aparecem frequentemente no final de cada frase. “Oh my God!!” é também muito popular.
Desconhecem onde fica qualquer país para lá da antiga cortina de ferro. Vão até à antiga Jugoslávia para soltarem um frequente “I’m so open minded!!” e rematam “It was amazing!!”
Sabem vagamente onde fica Portugal.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Algumas notas sobre as privatizações em Portugal, parte 2

As privatizações deveriam já ter acabado com a distribuição aos políticos de altas posições administrativas em empresas públicas e participadas. Também em várias empresas privadas de importância estratégica as mais altas posições de gestão são ocupadas por “ex-políticos”. Estas intricadas ligações não promovem a competência nas empresas Portuguesas. Elas diluem os progressos potenciais das privatizações.

Não será a boa gestão um importante requisito para a eficiência económica? Sim, evidentemente. Não serão as privatizações, primariamente, um meio para aumentar a eficiência nos mercados? Deveriam ser. As privatizações devem ter como objectivo aumentar o bem-estar social. Este deve ser o objectivo dos policy-makers.

Algumas notas sobre as privatizações em Portugal, parte 1

Nos anos 80 e 90 o Estado tinha uma presença sufocante numa grande variedade de sectores. É inegável admitir a importância das privatizações no sentido da redução desta presença ineficiente. No entanto, actualmente não existem muitas empresas no Sector Público passíveis de serem privatizadas. Partindo de um maciço Sector Público, com o actual ritmo de privatizações, Portugal apresentará uma oposta distribuição de propriedade.

Verifica-se uma aparente incoerência entre a persistência de várias golden-shares com o ritmo apressado do processo de privatizações. Privatizar uma empresa requer confiança no mercado, confiança em melhor gestão, melhor desempenho resultando em níveis mais elevados de eficiência. A existência de golden-shares é muitas das vezes justificada por razões de interesse público. Na minha opinião o Estado não deve privatizar empresas quando o interesse público realmente requer a sua presença. É legítimo conservar alguns serviços públicos, parte da cultura do Estado Social.

Na teoria económica está bem atestado que nem todos os mercados têm condições para permanecerem competitivos. Há aqueles que defendem a propriedade pública das empresas e aqueles que favorecem a propriedade privada. Em Portugal existem muitos defensores de uma solução mista, propriedade maioritariamente privada complementada com regulação e com golden-shares estatais. Por se envolver em decisões estratégicas das empresas, os governos serão apanhados em teias de interesses privados. Estes privados irão mais tarde solicitar tratamento especial em áreas onde o governo legisla e elege os reguladores.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Falando de trabalho duro


“Vocês não sabem quanto pesa um balde de cimento. Quando se lhe pega parece que está agarrado ao chão!”

Por Professor Mota

terça-feira, 20 de maio de 2008

Tropa de Elite - O filme


Um filme bem ao gosto refinado de PCA e AAC.

Tem funk brasileiro, tem favelas, tem sobressalto e um personagem (capitão Fábio) que fala como o Mozer, sem concordância no género e no número.
Junte-se corrupção na inoperante polícia (PM), um sistema infectado por esquemas ilícitos, com traficantes de droga vigorosos!
Quem equilibra a contenda? O BOP, tropa de elite. Capitão Nascimento, Neto e Matias! Um oásis de honestidade e inconformismo.

O filme tem ritmo e cativa. Tem também excelentes interpretações. A ver e rever.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Um Senhor Dentro e Fora do Campo



Dos poucos jogadores que posso dizer que realmente idolatrei. Resta esperar que seja pelo menos tão bom a director desportivo como foi a mago número 10. Bem precisamos!

Nunca te esqueceremos. Boa sorte e obrigado, Maestro!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Homem do partido

Acerca da disputa da liderança no PSD, tem-se discutido insistentemente o perfil de Pedro Passos Coelho. Uns defendem-no como grande liberal, outros ripostam que nunca deve ter lido Hayek entre outros clássicos. Questiona-se se não será demasiado novo. Questiona-se também se o seu percurso político não será demasiado curto para tão importante cargo.

Será a avaliação do seu percurso político questão fundamental? Eu perguntaria “ Já trabalhou? Em quê? Quanto tempo? “

Para “homens do partido” já chega o primeiro-ministro.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Orquestra Videogames Live

Já pareço o Pacheco Pereira, mas isto é para aquele nicho de pessoas a quem as músicas de videojogos mais marcaram a infância, que gostam presentemente de música clássica.







segunda-feira, 28 de abril de 2008

Tony - 20 Anos de Carreira


Nado e criado em Armadouro, na Pampilhosa da Serra e em plena Beira, António Manuel Mateus Antunes aos onze anos de idade imigrou prà França, que se tornou a sua segunda pátria. O seu "sonho de menino", como refere na canção, era ser cantor, e pode-se dizer acertou na mouche. A adopção de um sonante nome artístico foi jogada de mestre, e hoje em dia o nome Tony Carreira é sinónimo de canções românticas. Agora são os clubes de fãs, as produções em grande escala, os camiões TIR, os grandes coros e bandas, actuando sempre nas melhores salas nacionais e internacionais.

Com inúmeros sucessos ao longo da carreira como: "Ai Destino"; "Sonhador sonhador"; "Depois de ti (mais nada)"; "Meu herói pequeno"; entre outros, a vida corre bem ao multi-platinado artista, que, qual chanteur de renome, nos brinda também com CDs e DVDs de grandiosos concertos ao vivo. Tony é também multi-facetado, sendo que a sua versatilidade é testada tanto em duetos, como quando o poliglota lança albuns inteiros em francês. De destacar a participação na grande produção "Mãe Querida" e uma grande amizade com Dino Meira, a quem dedicou a música "Adeus Amigo", a título póstumo.

A realidade não podia ser mais distante daquela do antigamente obscuro António Antunes, que participou no Festival RTP da canção em 1988, na nossa conhecida Figueira da Foz. Há que reconhecer o mérito quando ele existe, e Tony conseguiu destacar-se do restante panorama dito pimba da música nacional, as suas canções são transversais a classes sociais e idades, vendo-se de tudo um pouco nas multidões que move. O artiste tem o condão de agregar massas quando realiza concertos, não sendo inéditas histórias de fãs que ficam à espera horas e horas à porta dos recintos (muitas vezes até dormindo!), formando filas intermináveis, na ânsia de um lugar mais perto do "seu" Tony.

O guru do romantismo portuga-saudosista-emigrante, como gosto de lhe chamar, esgota Olympias em Paris, Coliseus e Pavilhões Atlânticos em Lisboa, por vezes em noites seguidas! Temos que aquele que é possivelmente mais bem sucedido artista nacional celebrou recentemente 20 anos de carreira, um marco que se torna ainda mais assinalável quando se pensa que a maior fatia da sua celebridade é exercida por cá. São raros os exemplos entre nós que se mantêm a um bom nível por tanto tempo, e em Março o nosso Tony tinha procura para três concertos em dias seguidos no Pavilhão Atlântico, só realizando dois à cause do concerto dos andrógenos Tokio Hotel.


Bem estabelecido na vida, com uma massa adepta de fazer inveja a clube grande, Tony tem fãs por todo o Portugal e na comunidade imigrante em França. Trata agora de, a seu ritmo, produzir canções para os apaixonados e de lançar a carreira do seu filho Mickael (confesso que não sei se é nome artístico), Carreira também de nome, de quem se diz ter estado envolvido com Floribella (mas antes do ensaio desta para a FHM, num claramente mau timing). Esta é a minha hommage aos vingt-ans de carreira daquele que se pode dizer ser, com todas as letras, Um Artista Português!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Bengaladas

O uso das denominadas bengalas linguísticas é generalizado. Não nos engrandecem o discurso, antes pelo contrário. Atente-se na bengala “é assim”. “É assim, o Luís Filipe é um belíssimo lateral direito”. Como é notório, não é nada assim! Defendo o “é assim” para a enunciação de verdades absolutas. O problema, é definir o que é uma verdade absoluta…

Já que gostamos de dar bengaladas, ao menos que se utilize a melhor, “Tás a ver”. Fica sempre bem. No início, no meio, no final da frase.

É daquelas coisas que o Big Brother 1 me ensinou. Tal como não contrariar o Marco!

domingo, 6 de abril de 2008

Breves impressões sobre a cidade de Antuérpia


1. A cerveja, de receita ancestral ou a intragável da night shop, aglutina os nórdicos com os latinos, os de leste também.
2. A chuva e o vento formam o carácter. Um qualquer raio de sol é pretexto para se fazer uma festa pagã no meio da rua.
3. Multicultural, avançada. Coexistem os abastados das casas abertas ao rio, com os judeus ortodoxos embutidos no seu distrito imune à passagem do tempo.

É para todos os gostos, um tour aconselha a passagem pelas ruas de alta-costura como também pelo red light district.
Os contrastes dão graça a tudo isto.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Ninjas, Zombies, Freiras Lésbicas...

Um clássico... O filme valeria bem o preço do bilhete!

sábado, 29 de março de 2008

O Mistério de Enrique Iglesias

Conhecido por ser filho do, possivelmente, maior cantor e galã espanhol actual, nunca foi claro se herdara o talento para a música do seu progenitor. Sempre se ouviu mais falar do seu sinal que das suas músicas. Neste caso, filho de peixe não se sabe se nada, mas parece que se aguenta a boiar, pelo menos.

Não vou falar da inefável qualidade das melodias com que nos surpreende este artista, nem do seu categorizado tom de falsete e muito menos do seu corte de cabelo à empregado de mesa. Tudo isto me parece de importância diminuta quando vemos uns videoclipes e reparamos nas companhias, boas companhias num certo e determinado sentido, em que se encontra, e nas cenas tórridas, também boas num particular sentido, que são protagonizadas em conjunto.

No contexto das histórias retratadas o comum dos homens mortais estaria nos píncaros da lua, com um sorriso bem rasgado (e algo aparvalhado, acrescento) na face aberta, mas tal não podia ser mais longe da realidade no caso de Iglesias Júnior. Olhos lacrimejantes, choro compulsivo, um sofrimento estampado na cara como se lhe tivesse morrido a família toda, ou como se fosse o Cláudio Ramos, é o que se vê.

As razões podem ser inúmeras: Talvez não ache que as co-protagonistas estejam à sua altura. Talvez não goste de mulheres. Talvez tenha complexo de Édipo. Talvez sinta mesmo as bambochatas que canta. Talvez tudo lhe traga más memórias. Ou então falta-lhe sempre aquela prescrição de Xanax. Na volta ainda é adepto do Benfica (Por que não? – 14 milhões em todo o mundo!).

Aguardam-se sugestões para a resolução de um mistério que faz a Santa Trindade parecer mais acessível de repente.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Cantus

Falemos de tradições. O Cantus é uma famosa actividade entre os estudantes belgas, envolve canções tradicionais e beber cerveja. É estruturado de acordo com rigorosas regras. Vejamos, existe um responsável por manter a ordem na sala e pela punição dos desordeiros (Senior), existe uma série de termos em latim, específicos para a ligação entre o Senior e o resto das pessoas (Corona).

Deixando de lado os formalismos, a coisa descamba. E de que maneira! Depois da rápida ingestão de generosas quantidades de cerveja, embalados pela cantoria desenfreada a festa ganha tons surreais.

Substituindo-se os cinzentos belgas por alegres erasmus a casa vai abaixo.

sábado, 15 de março de 2008

Sempre Gostei Mais das Casas do Povo

Excerto d'As Vinhas da Ira, de John Steinbeck:

"O banco é alguma coisa mais do que homens. Acontece que todos os homens odeiam o que o banco faz, e todavia o banco fá-lo. O banco é alguma coisa mais do que os homens, acreditem. É o monstro. Os homens fizeram-no mas não podem controlá-lo."

P.S.: Se o banco é o monstro, que papel é que tem a Odete Santos no meio disto tudo? A mim parece-me que encaixa na definição também...

domingo, 9 de março de 2008

Escrever é pensar

Escrever é pensar. O bom pensamento é relevante para quem ouve, é concreto, é honesto. Tenho para mim que é conciso. É assim também a boa escrita.

Deve ser clara. É regra de ouro. No entanto e porque também a escrita é lúdica, uns pozinhos de abstracção vêm por bem.

Leio bons textos. A blogosfera está pejada deles. Gente que fala do que sabe e do que não sabe. Com os primeiros aprendo, com os segundos me divirto.

Os blogs dão liberdade a quem escreve e a quem lê. Estou convencido que algumas correntes opinativas surgirão de lá, capazes de nos entreter e de nos abanar.

sábado, 8 de março de 2008

Roteiro Turístico - Brasserie Museu

Situado na zona mais in da metrópole que é Coimbra, em que o metro quadrado ronda, a preços médios, os 6000 euros, temos um espaço que fica na memória de quem o visita. Em traços largos, combina uma sumptuosidade e uma monumentalidade de nota, tendo, todavia, uma dimensão humana e culturalmente estimulante.

Um homem, Shônuno, de sua boca antigo fuzileiro, com um historial riquíssimo de episódios de valentia nas prestigiantes forças armadas portuguesas, é o mestre de cerimónias que nos dá as boas vindas. Um espaço amplo, repleto de autênticas pinturas rupestres nas paredes, maravilhosos bancos corridos do mais nobre pinho estilo Luís XV, com tudo sempre apresentado com um asseio irrepreensível. Sobretudo salienta-se o ar perfumado que se respira no estabelecimento.

O serviço à mesa é personalizado, o cliente é tratado pelo nome e são-lhe lembrados episódios de noites que só não falham na memória do Anfitrião, que não se sabe se ultrapassa por vezes um pouco a barreira da brutalidade, de outras a da homossexualidade. Conscientemente, o Proprietário sabe que esta última faceta referida é meio caminho andado na sua cruzada por uma ou outra estrelinha no guia Michelin pela sua cozinha gourmet.

A apelidada cultura de empresa do estabelecimento dispõe que a cuisine especial seja toda à base de cerveja de onde se destacam como pratos principais a «La Giraffe» ou o «Le Knockout». Como hors d'oeuvres, um pouco ao estilo das tapas espanholas, a salientar «Les Minis». O espaço é frequentemente utilizado para verdadeiras orgias alimentares, em que, ao bom estilo romano, os clientes regurgitam o que comeram previamente, isto só para prosseguírem na arte da degustação.

Já patente nas entrelinhas da descrição que tenho vindo a realizar é o ambiente culturalmente rico e eclético do Museu (um nome mais que apropriado à realidade do estabelecimento). São já históricas as interessantes discussões filosóficas entre o Anfitrião, seguidor de Heidegger e do método fenomenológico e hermenêutico, e Brasa, o sócio-cliente número um, seguidor de Ronaldinho Gaúcho e adepto do Benfica.

Apreciação Geral: 5 Estrelas

sábado, 1 de março de 2008

Laranja Mecânica - Divagação

Sui generis, é o mínimo que se pode dizer sobre este filme, mas também não é coisa a que não estejamos já habituados em obras do realizador em causa. Contudo, despertou-me a atenção para uma questão pertinente, e se pertinente na altura em que o filme foi realizado, mais o é agora:

Sem querer revelar muito da história, com vista a não estragar a eventual experiência de quem está a pensar ver, no filme é apresentado um tratamento de choque que eventualmente faria qualquer pessoa nunca cometer um crime na vida. Este é aplicado então ao nosso personagem principal, um criminoso, e apresentado na história como a cura definitiva para os males da sociedade.

As consequências do tratamento são fazer a pessoa em causa, ao sentir náuseas, paralisar em situações de violência e conflito - os males. O indivíduo como que está numa prisão interna, e acaba por ter uma conduta baseada em restrições físicas (daí o mecânico da questão) em vez de se basear em escolhas morais e intrinsecamente pessoais.

Numa altura em que o pânico em massa parece ser o pão nosso de cada dia, estaríamos dispostos a abdicar da escolha individual em prol de uma sociedade mais segura, se um tratamento do género existisse na realidade? Eu espero que não. Penso que a individualidade é um preço demasiado alto a pagar para que nos sintamos um pouco mais seguros. E claro, sem individualidade, o que é que valerá a pena, então, proteger?

Embora estejamos demasiado longe desse cenário na vida real, acontecem coisas actualmente pelo mesmo motivo. Penso que é útil, como exercício, atentar em certos actos governamentais, que normalmente aparecem sob o signo do securitarismo. Uma política que vive dos medos dos eleitores e não dos seus ensejos está, à partida, errada.

O rótulo da segurança é perigoso e pode ser usado para fins muito perversos. Já foi usado como arma eleitoral na maior super potência mundial, isto com frutos para o actual presidente. Neste caso, tem que haver uma luta consciente, pelo menos para que a realidade não se torne uma réplica minimamente aproximada da ficção.

José Bosingwa

Juntamente com Ariza Makukula, os nomes mais extraordinários da selecção nacional.
Nascido em Kinshasa, República Democrática do Congo, José cedo deixou a savana africana para viver na granítica Seia, despontando para o futebol no Fornos de Algodres.

Depois de uma passagem pelo Freamunde, José regressa à casa mãe Boavista onde Jaime Pacheco se multiplica em experiencias posicionais para tirar o máximo rendimento do ATLETA. Chegou a jogar a falso líbero, lateral direito, ala direito, procurando porém afirmar-se como médio defensivo. Jaime Pacheco concerteza pensou que tinha em José não um “pau de dois legumes” como Martelinho mas sim um pau de quatro legumes.
A transferência para os “Andrades” fez dele um jogador mais enriquecido, tutorado por Mourinho e Co Adriaanse.

De referir, o seu grave acidente na companhia dos foliões Nélson (na altura actuava no Boavista), Edu (Vilanovense), Jaime (Ovarense) e Sandro Luís (Minhocas) num jipe BWM conduzido pelo jogador portista.

Desenfreado no campo como na estrada, José é hoje um dos melhores laterais direitos do mundo, disparando no seu dialecto incompreensível (será Francês? Crioulo?) recados a adversários e treinadores, recordar as magníficas afirmações dirigidas a Pedro Silva e Jesualdo Ferreira.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Amália

Fadista, internacional símbolo do fado, do país Portugal.
Não só. É também uma referência para a razoavelmente grande comunidade portuguesa em Antuérpia. Come-se cozido à portuguesa, bebe-se super bock, vocifera-se autêntico asneiredo português,vê-se o benfica a jogar!
Então e porque raio tem a parede decorada com amplas gravuras da Sagrada Família, Granada?vislumbra-se também outra, uma sevilhana a dançar!

Será um apoiante da Ibéria?Será que pensa que tudo isto fica algures para os lados do Mondego?

Direi que na cabeça do Sr. Manuel é tudo a mesma merda..Até me admira não ter por lá a torre Eiffel!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Nuremberga vs. Benfica: Análise a 65 minutos de jogo

Logo no início, ao ver a constituição da equipa, dava para perceber qual era a ideia da iluminária que temos como treinador: um treinador medroso dá lugar a uma equipa com medo dentro de campo e, como tal, o plano era jogar à retranca. Ora, isto é impensável para uma equipa como o Benfica! Há uma diferença clara entre jogar conscientemente, com respeito, e jogar com medo. Ao longo da época já deu para perceber que 3 jogadores - Petit, Katsouranis e Maxi Pereira - de cariz claramente defensivo naquele meio de campo fazem a equipa ficar pêrra e presa. A mentalidade e o discurso tacanho de um treinador fazem o resto...

Os golos sofridos são exactamente aquilo que um treinador que transmite essa maneira de pensar merece. Depois é correr, miseravelmente, atrás do resultado, quando as coisas podiam ser tão mais fáceis. Só substituições a partir dos 60/70 minutos porquê? Houve sorte, desta vez, e tenho quase a certeza que o Camacho ficou convencido de ter usado a melhor estratégia...

Não sei se o leitãozinho conseguirá apreciar convenientemente e aprender com aquilo que se passou. O Benfica tem de ser uma equipa que marca ritmos e faz o adversário dançar ao som da sua música! O que se ouviu hoje foi uma boa partitura de música pimba com sotaque de Múrcia, prontamente abafada por algo parecido com tirolês!

Subsecção especial dedicada a Luís Filipe

Palavras para quê? Este senhor consegue-me sempre surpreender com abrolhices novas, coisas que não são admissíveis a um jogador que jogue no Benfica. Fraco de cabeça, tem sempre a maior tremideira e a sua falta de categoria vê-se em jogos destes na Europa - como já tinha acontecido contra o Milan fora. Ele já tem quê? 28 anos? - A partir daqui é sempre a descer.

Aquele erro de hoje foi o que me fez ver só 65 minutos de jogo e não mais querer pensar sobre o assunto... Ele é uma nódoa, e uma nódoa que não sai nem com a Neo Blanc menos gentil e mais mal educada! Quase que me faz acender uma velinha a pedir uma suspensão ou uma lesão sua que o impeça de ser opção!

P.S.: Haverá pelo menos um post dedicado ao outro Luís Filipe, o Vieira, de cuja boca ouvimos já as coisas mais incríveis.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Manifesto Regenerador

Não sei se tenho orgulho em viver num país em que a mediocridade é premiada. Porque é que a prática do engano e do logro é tantas vezes glorificada? Não existe uma cultura de mérito e de superação, do chamado fazer bem. E quando se apela à mesma recorre-se sempre a modelos impostos do exterior e pelas razões erradas: não é o tentar fazer bem em si, como um fim, mas sim o bicho da competitividade que nos atormenta e que nos ameaça devorar a todos. Estamos sempre a correr em direcção a nada!

Estou farto de tachos, de arranjinhos, de progressões na horizontal, dos facilitismos! Quero que arranjemos as nossas soluções para os nossos problemas em vez de andarmos sempre à espera, de mão estendida, que a UE nos resolva as situações! Fossem as energias que actualmente são dispensadas com esquemas à margem dos interesses gerais do país focados no que realmente interessa...

Há necessidade de uma certa reestruturação cultural: precisamos de auto-estima e crença nas capacidades de cada um. Acredito ser possível, embora difícil e muito gradual, que consigamos mudar o rumo da situação, isto sem perdermos a nossa identidade! Acho que está na hora de deixarmos de olhar para o passado em busca de referências e começarmos a construir novas, a fazer efectivamente História!

Jantarada

É figura à mesa. Entre abundantes goladas do tinto que escolheu, entre garfadas do cabrito que aprova, enche a sala com as suas gargalhadas e cativa.
Perguntem-lhe pela crise política no Quénia, perguntem-lhe pelo semeio das batatas. Muito sabe este homem!
Hora do digestivo, diz lambão "um whisky on rocks"!
Vem o discurso, fala da obra feita, a obra fala por ele. Tem ambição, tem a câmara, levanta a voz, envia farpas aos adversários, que pregador!

Penso que não deve ficar pela câmara, avance, o país precisa de si!

Isto está para os disparatados.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Vender a Mente

Num destes dias, enquanto fazia uma visita guiada pela bela cidade de Antuérpia, passando pelo "turístico" Red Light District, não pude deixar de fazer a minha mente divagar por uma certa questão:

O que me intrigou não foi a forma de ganhar a vida das trabalhadoras locais, mas sim os comportamentos contrastantes dos transeuntes: enquanto eu, como turista, num ambiente estranho e desconfortável, nunca conseguía fazer mais do que olhar de relance para as vitrinas em que o "produto" se encontrava, muitas pessoas locais não deixavam de olhar e examinavam com um olhar critico o que cada uma (ou um, ou entre os extremos!) lhes tinha para oferecer, antes de decidirem ou não dispor de tais serviços. Eu simplesmente não me conseguía abstrair das pessoas por detrás das vitrinas e dos corpos.

Foi um comportamento que não desconhecia, mas foi a primeira vez que atentei no mesmo: olhares completamente desapegados de tudo o resto, apenas na ânsia de algum prazer carnal, olhando para pedaços de carne em montra, um pouco como o cidadão comum quando vai ao supermercado e compra um bife, abstraindo-se da vaca por detrás do mesmo.

Pus-me então a pensar se me poderia julgar melhor pessoa do que alguém que usufruísse desses serviços, como a tradicional moral cristã imposta diz. Quanto a isto, sinto que por muito que se reprove o recurso a prostitutas, quer ele seja por necessidade quer pela maneira de ver as coisas, o simples facto de haver pontos de vista divergentes é indicador de não haver uma verdade absoluta sobre o tópico.

Para mim, mais que os actos em si, o fundamental será a maneira de cada um encarar o assunto: "Será vender o corpo uma actividade como as outras, podendo o recurso a ela ser pensado acriticamente?" "Será que a matriz de valores com os quais somos educados é flexível o suficiente para um dia, quiçá, podermos achar normais e naturais tais actividades?"- Estas são questões às quais não me sinto minimamente qualificado para responder mas, sendo o corpo o instrumento do espírito, não se terá, antes de vender o corpo, "vender" a mente?

domingo, 10 de fevereiro de 2008

sistema confiante

Antuérpia, como outras cidades flamencas apresenta uma variada gama de transportes públicos. Trams, o metro e frequentes autocarros encurtam distâncias na cidade minimizando os muito enervantes engarrafamentos.
O insólito neste aparentemente funcional sistema de transportes públicos é o ligeiro controlo de pagamento dentro dos trams. As pessoas entram, saiem sem que em situação alguma sejam interpeladas por um "pica". Há apenas uma máquina, colocada longe do olhar atento do condutor, objecto único em que se coloca a tarefa de cobrar bilhete.
Pelo que observei, toda a gente respeita o sistema, continuando este confiante da sua eficiência.
Estou convencido que basta a frequência de alguns imaginativos portugueses para se verem trams cheios sem bilhetes picados. Digo também que para além do não pagar, estes saiem do transporte público de sorriso aberto olhando em volta convencidos da sua criatividade, brilhantismo por contornar o sistema.

Não é brilho, é chico-espertice!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Origem das Linhas

Primeiro e provavelmente único post conjunto.

Antuérpia, 7 de Fevereiro de 2008: Durante noite gastronómico-cervejeira surgiu a ideia, escrever de tudo quanto se pense, quando se queira, como se pretenda...

De Coimbra, "postam" dois amigos de longa data, com convicções próprias, tentando ser liberais e abertos de pensamento.Aqui nos apresentamos:
Afonso Almeida Costa e Pedro Coutinho Abreu, doravante AAC e PCA, respectivamente.

PS: Procuraremos coerência, despretenciosidade, não faremos das "linhas", que são naturais, um objecto de contribuição diária.