O uso das denominadas bengalas linguísticas é generalizado. Não nos engrandecem o discurso, antes pelo contrário. Atente-se na bengala “é assim”. “É assim, o Luís Filipe é um belíssimo lateral direito”. Como é notório, não é nada assim! Defendo o “é assim” para a enunciação de verdades absolutas. O problema, é definir o que é uma verdade absoluta…
Já que gostamos de dar bengaladas, ao menos que se utilize a melhor, “Tás a ver”. Fica sempre bem. No início, no meio, no final da frase.
É daquelas coisas que o Big Brother 1 me ensinou. Tal como não contrariar o Marco!
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