As privatizações deveriam já ter acabado com a distribuição aos políticos de altas posições administrativas em empresas públicas e participadas. Também em várias empresas privadas de importância estratégica as mais altas posições de gestão são ocupadas por “ex-políticos”. Estas intricadas ligações não promovem a competência nas empresas Portuguesas. Elas diluem os progressos potenciais das privatizações.
Não será a boa gestão um importante requisito para a eficiência económica? Sim, evidentemente. Não serão as privatizações, primariamente, um meio para aumentar a eficiência nos mercados? Deveriam ser. As privatizações devem ter como objectivo aumentar o bem-estar social. Este deve ser o objectivo dos policy-makers.
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