Genial. Se é o melhor do mundo, é porque é brasileiro!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
The Beautiful Aim
Numa das minhas incursões pela net encontrei um artigo sobre uma experiência inédita. Um tipo inglês de 23 anos com um talento médio para o futebol, de seu nome Arton Baleci, vai submeter-se a um programa de treino super intensivo ao longo de um ano para tentar atingir o nível de um jogador profissional da Premier League.
Em parte, o método é baseado na emulação da técnica e movimentos das estrelas mundiais de futebol. O tal Arton vai pegar no melhor que cada jogador tem para oferecer em diferentes áreas e vai tentar melhorar a sua performance por imitação e prática intensiva dos movimentos. Ele vai por exemplo querer imitar o Beckham a bater livres, o van Nistelrooy a finalizar,o Messi a fintar e o Cristiano Ronaldo a cabecear.
"NLP - neuro-linguistic programming" é a principal arma de que ele se socorre para implementar o seu plano, e segundo as palavras do mesmo é uma técnica que permite conseguir ficar com a mesma capacidade de aprendizagem de um bebé ao ver os vídeos das estrelas que ele visa copiar. Para além disto e de um rigoroso programa de condicionamento físico e de alimentação, será usado o método "Feldenkrais" que reorganiza o cérebro de modo a tornar o movimento do corpo mais eficiente.
Cheira-me que vai ser uma banhada. Se as coisas fossem assim, todos seríamos pelo menos jogadores profissionais se nos esforçássemos. O Cristiano Ronaldo, com o que treina e o talento que tem de base, provavelmente seria um extra-terrestre.
Vejam o site oficial: www.thebeautifulaim.com
Em parte, o método é baseado na emulação da técnica e movimentos das estrelas mundiais de futebol. O tal Arton vai pegar no melhor que cada jogador tem para oferecer em diferentes áreas e vai tentar melhorar a sua performance por imitação e prática intensiva dos movimentos. Ele vai por exemplo querer imitar o Beckham a bater livres, o van Nistelrooy a finalizar,o Messi a fintar e o Cristiano Ronaldo a cabecear.
"NLP - neuro-linguistic programming" é a principal arma de que ele se socorre para implementar o seu plano, e segundo as palavras do mesmo é uma técnica que permite conseguir ficar com a mesma capacidade de aprendizagem de um bebé ao ver os vídeos das estrelas que ele visa copiar. Para além disto e de um rigoroso programa de condicionamento físico e de alimentação, será usado o método "Feldenkrais" que reorganiza o cérebro de modo a tornar o movimento do corpo mais eficiente.
Cheira-me que vai ser uma banhada. Se as coisas fossem assim, todos seríamos pelo menos jogadores profissionais se nos esforçássemos. O Cristiano Ronaldo, com o que treina e o talento que tem de base, provavelmente seria um extra-terrestre.
Vejam o site oficial: www.thebeautifulaim.com
domingo, 26 de outubro de 2008
Horário de Inverno
O relógio atrasou uma hora ontem à noite. Confesso que a hora extra me deu jeito para dormir convenientemente depois de uma noite de latada em que até houve moches. O fim da tarde avizinha-se e ver um miserável Chiado Terrace na televisão explora as minhas faculdades ao máximo nesta altura.
Odeio o horário de Inverno. O facto de serem seis da tarde e estar a anoitecer dá cabo de mim. Não dá para dar uma corrida, nem sequer dar um giro tranquilo com luz do dia. Espero pelo jantar às escuras, então. A esta hora, para quem sai do trabalho, quase que só dá para ir para casa quando a perspectiva é uma noite escura como breu. Quanto a mim, mudança de hora reforça o facto dos dias estarem mais curtos e passa a mensagem que isto do Inverno é bom é para ficar a hibernar.
O mais chato é que me parece que há mais argumentos contra do que a favor da mudança de hora. Somos um país latino, fazemos uma vida a horas mais tardias do que outros países do norte da Europa. Acho que há mais gente acordada às seis/sete da tarde do que às seis/sete da manhã. Não me parece que haja assim tantos trabalhadores do campo em Portugal para que se justifique uma coisa destas. Apesar de as nossas comunidades emigrantes serem famosas pelas padarias, duvido que a percentagem de padeiros na população portuguesa seja assim tão grande para que a hora mude por causa disso. E já agora, quem é que janta em Portugal às 6 da tarde?
Mesmo que aleguem que é bom amanhecer mais cedo por questões de segurança, especialmente para as criancinhas que se levantam para ir para a escola, também o é anoitecer mais tarde. Duvido que as sete da manhã sejam a "rush hour" para meliantes neste país.
É hora de as regulações se adaptarem aos hábitos das pessoas em vez do contrário. Quase que me sinto tentado a fazer uma petição para acabar com esta chatice. Fosse eu candidato a Primeiro-Ministro, antes de prometer 150 mil postos de trabalho ou choques fiscais, punha esta proposta na mesa. Mais que votaria em mim!
Odeio o horário de Inverno. O facto de serem seis da tarde e estar a anoitecer dá cabo de mim. Não dá para dar uma corrida, nem sequer dar um giro tranquilo com luz do dia. Espero pelo jantar às escuras, então. A esta hora, para quem sai do trabalho, quase que só dá para ir para casa quando a perspectiva é uma noite escura como breu. Quanto a mim, mudança de hora reforça o facto dos dias estarem mais curtos e passa a mensagem que isto do Inverno é bom é para ficar a hibernar.
O mais chato é que me parece que há mais argumentos contra do que a favor da mudança de hora. Somos um país latino, fazemos uma vida a horas mais tardias do que outros países do norte da Europa. Acho que há mais gente acordada às seis/sete da tarde do que às seis/sete da manhã. Não me parece que haja assim tantos trabalhadores do campo em Portugal para que se justifique uma coisa destas. Apesar de as nossas comunidades emigrantes serem famosas pelas padarias, duvido que a percentagem de padeiros na população portuguesa seja assim tão grande para que a hora mude por causa disso. E já agora, quem é que janta em Portugal às 6 da tarde?
Mesmo que aleguem que é bom amanhecer mais cedo por questões de segurança, especialmente para as criancinhas que se levantam para ir para a escola, também o é anoitecer mais tarde. Duvido que as sete da manhã sejam a "rush hour" para meliantes neste país.
É hora de as regulações se adaptarem aos hábitos das pessoas em vez do contrário. Quase que me sinto tentado a fazer uma petição para acabar com esta chatice. Fosse eu candidato a Primeiro-Ministro, antes de prometer 150 mil postos de trabalho ou choques fiscais, punha esta proposta na mesa. Mais que votaria em mim!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
L'Embarras du Choix
Pela primeira vez na vida, posso dizer que não faço a mínima ideia do que vou estar a fazer no próximo ano. Não gosto da sensação. A falta de controlo sobre alguns aspectos da vida foi uma coisa com a qual nunca lidei bem e está agora, mais que nunca, presente.
A verdade é que, para uma pessoa de interesses diversos e não focados num campo específico, como é o meu caso, a profusão de opções de carreira causa bastantes dores de cabeça. De maneira bem ridícula, às vezes quase que desejava não haver escolhas a serem feitas, só para evitar a hesitação toda.
A pressão que nestas alturas nos é imposta, mormente por nós mesmos, para fazer a escolha correcta, influencia sempre o estado de espírito em que nos encontramos. O facto das escolhas nunca serem irreversíveis ajuda-me, no meu caso, a manter os pés assentes na terra e a entender que tenho tempo para perceber o que quero fazer no futuro.
Nota: Desculpem-me os leitores, mas, seguindo o lema do blog, este desenxabido desabafo foi o que me apeteceu escrever nesta altura.
A verdade é que, para uma pessoa de interesses diversos e não focados num campo específico, como é o meu caso, a profusão de opções de carreira causa bastantes dores de cabeça. De maneira bem ridícula, às vezes quase que desejava não haver escolhas a serem feitas, só para evitar a hesitação toda.
A pressão que nestas alturas nos é imposta, mormente por nós mesmos, para fazer a escolha correcta, influencia sempre o estado de espírito em que nos encontramos. O facto das escolhas nunca serem irreversíveis ajuda-me, no meu caso, a manter os pés assentes na terra e a entender que tenho tempo para perceber o que quero fazer no futuro.
Nota: Desculpem-me os leitores, mas, seguindo o lema do blog, este desenxabido desabafo foi o que me apeteceu escrever nesta altura.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
José Carlos Soares
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Bail-outs
Estamos a assistir a um episódio histórico nas finanças mundiais: na sequência da crise do subprime todo o sistema financeiro foi posto em cheque e incorre-se no risco de falências em massa no sector. Depois da intervenção nos fundos hipotecários Fannie Mae e Freddie Mac, de ter deixado a Lehman Brothers ir "ao fundo", o governo americano interveio ajudando maior seguradora do mundo (AIG). As justificações dadas para as intervenções foram, para além de se tratar de travar uma derrocada financeira mundial (efeito dominó), que a manutenção das expectativas e da segurança económica das pessoas era de capital importância.
Embora haja mérito nestas justificações para intervir, tenho algumas reservas que sei que passaram também pela cabeça dos analistas. A mensagem que é dada é a errada: no fundo, com estes bail-outs, está-se a passar a ideia de que, independentemente das "borradas" que são feitas por gestores de fundos, o Estado estará quase sempre pronto a amparar as quedas. O facto das incompetências e negócios mais obscuros não serem punidos devidamente neste caso, nem que seja pelo mercado, não augura nada de bom quanto aos incentivos dados aos comportamentos futuros.
Porque é que terão de ser os erros de ditos "burros-de-luxo", principescamente bem pagos, ser, em última instância, cobertos por contribuintes vulgares?
Embora haja mérito nestas justificações para intervir, tenho algumas reservas que sei que passaram também pela cabeça dos analistas. A mensagem que é dada é a errada: no fundo, com estes bail-outs, está-se a passar a ideia de que, independentemente das "borradas" que são feitas por gestores de fundos, o Estado estará quase sempre pronto a amparar as quedas. O facto das incompetências e negócios mais obscuros não serem punidos devidamente neste caso, nem que seja pelo mercado, não augura nada de bom quanto aos incentivos dados aos comportamentos futuros.
Porque é que terão de ser os erros de ditos "burros-de-luxo", principescamente bem pagos, ser, em última instância, cobertos por contribuintes vulgares?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Universidade de Verão
O PSD organizou pela 6ª edição a chamada Universidade de Verão. Pelos vistos debate-se e assiste-se a conferências. Os alunos são alvo de frequentes avaliações, não só mostram os seus dotes de oratória, como também é avaliada a sua destreza escrita em privado.
Faz-me impressão esta Universidade de Políticos. Enriquece-se bestialmente a conversa de café, sem dúvida. Por outro lado penso que é uma oportunidade para se intricar conhecimentos pessoais. Estes serão certamente benéficos para futuros favores. Soa-me a Universidade dos Tachos.
Faz-me impressão esta Universidade de Políticos. Enriquece-se bestialmente a conversa de café, sem dúvida. Por outro lado penso que é uma oportunidade para se intricar conhecimentos pessoais. Estes serão certamente benéficos para futuros favores. Soa-me a Universidade dos Tachos.
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